Analytics por trás do filme “Moneyball – o Homem que mudou o jogo”

Texto por: César Ventura

No filme “Moneyball – O homem que mudou o jogo”, podemos ver como uma análise estatística e de pessoas puderam transformar a forma como o gerente Billy Beane, do time Oakland Athletics, montou sua equipe. Nessa narrativa, acompanhamos tal gerente que, após um dia de epifania, percebeu uma grande oportunidade: a sabedoria convencional do beisebol está totalmente errada.

Diante de um orçamento apertado, Beane tenta reinventar seu time superando os clubes mais ricos. Unindo forças com Peter Brand, graduado da Ivy League, ele recruta jogadores de barganha que os olheiros rotularam como falhos, mas que acredita terem potencial para vencer o jogo.

No cenário do filme, era comum que pessoas se perguntassem como um time com a terceira pior folha de pagamento atingiu a marca de vinte vitórias consecutivas em uma única temporada. Já os gerentes de grandes empresas pensavam em trazer essa estratégia para um lado organizacional, objetivando utilizar-se desse modelo para também alcançar ótimos resultados em empresas. Mas… como isso foi feito?

> SPOILER ALERT: A alternativa encontrada por Beane foi de utilizar métodos analíticos avançados para avaliar a performance dos jogadores, isso logo após perder três de seus principais jogadores para clubes com mais investimentos.

Esses indicadores analisavam jogadores com bons resultados e com baixo preço de mercado, que entrariam no orçamento que o time tinha no momento. Assim, conseguiram montar uma equipe boa o suficiente para competir com os outros grandes times da liga.

Com isso ficam algumas lições:

  • Temos sempre que avaliar os cenários e entender que “fazer igual” não vai mudar o jogo que estamos jogando, e isso é algo que poucos empreendedores têm como visão;
  • É realmente um trabalho de formiguinha, é necessário tempo e muita paciência para conseguir alcançar novos patamares. Nada de resultados imediatos;
  • É importante buscar por novas soluções. Visto que o potencial financeiro da equipe não era alto o suficiente comparado com os times concorrentes, o caminho ideal foi a ideia de trabalhar sempre com os números para definir quem será contratado.
  • Quando acomodado com algum sistema, ou em uma zona de conforto, é complicado aderir à mudanças. Por isso, é importante sempre manter o foco e identificar como lidar com cenários do tipo.

Sendo assim, ao nos basearmos nos métodos utilizados para a criação do time dos sonhos, também podemos aplicá-los no meio organizacional. Quando começamos a analisar e interpretar com criticidade e rigor científico os dados, números e informações disponíveis, também começamos a ter a capacidade de orientar nossas tomadas de decisões estratégicas dentro da empresa.

O que moneyball fez pelo beisebol, o people analytics promete fazer para o RH: sair de uma maturidade de intuições e regras práticas antiquadas para alcançar testes computadorizados, pesquisas em bancos de dados e métricas de desempenho quantificados.

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Sabemos que dados, sozinhos, não promovem a mudança. É necessário abertura, tempo e recursos para sair de uma rotina baseada na intuição e achismos.

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